A infidelidade – ou melhor, o fato de se descobrir uma infidelidade – nem sempre tem conseqüências tão públicas e notórias, como a de acabar com uma promissora carreira política por exemplo, mas, sempre é um terremoto psicológico e emocional, para o enganado e o enganador.
As razões que levam uma pessoa a trair podem variar muito. A maioria das relações passa por momentos críticos, que costumam ser a causa ou a conseqüência de uma infidelidade. No entanto, as estatísticas mostram que a infidelidade nem sempre é o resultado de um casamento que passa por uma crise ou está em conflito, mas, muitas vezes, começa como uma experiência de flerte e sedução, até que a história vai longe demais e termina em uma relação sexual.
Quando um dos dois quebra o compromisso de lealdade sentimental feito com o outro e rompe a promessa de exclusividade sexual, costuma deixar inadvertidamente uma série de pistas sutis, que acabam desmascarando o infiel.
Há vários indícios de que o parceiro está se afastando do par legítimo e se aproximando perigosamente de outra pessoa, ou que já está no caminho da infidelidade.
Quando eles são infiéis:
a) Mostram-se inseguros ao explicar as razões de ter ficado fora de casa ou dizer com quem esteve.
b) Recebem telefonemas misteriosos e não conseguem ser naturais nem espontâneos ao atendê-los.
c) Dão explicações e detalhes desnecessários sobre o que farão, embora o conjuge não tenha perguntado.
d) Começam a ter uma repentina sobrecarga de trabalho que os obriga a ficar muito tempo fora de casa.
e) Saem com amigos com uma freqüência fora do comum.
f) Adquirem cuidado exagerado com o modo de se vestir e com a aparência física.
g) Mostram um persistente desinteresse sexual e uma atitude distante, se esquivando de qualquer aproximação, o que faz o relacionamento esfriar.
h) Reclamam continuamente dos defeitos e das carências da parceira, e discutem por qualquer motivo.
i) Ao voltar para casa, ficam de mau humor, o que significa que estão mais felizes fora e com outra pessoa do que com a mulher.