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Desde 1998 serviços de informação de alta qualidade e parcerias estratégicas com escritórios de informação dentro e fora do Brasil. Soluções em diversas áreas de segurança com auxílio da mais avançada tecnologia que proporciona os melhores resultados.

 

DISCRIÇÃO, PROFISSIONALISMO E EXPERIÊNCIA.
Soluções em Segurança

DETETIVE PARTICULAR ARARAQUARA

Prestamos serviços de informação de alta qualidade para advogados, clientes particulares e empresas. Durante os últimos 10 anos temos ajudado e aconselhado centenas de clientes com suas necessidades específicas.

Nós só agiremos na sua causa sob seu consentimento, da maneira que você necessitar. Se você realmente precisar de nós, em qualquer dia, nós estaremos lá!

SERVIÇOS

Investigação Política

Verificação e constatação de compra de votos, através de entrega de cestas básicas, materiais de construção…

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Investigação Pessoal

Investigação e informações que precisam de sigilo para qualquer finalidade.Sob o comando do detetive…

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Investigação Familiar

Suspeitas não confirmadas; mentiras, conflitos; mudanças de hábitos; Investigação Pré-nupcial e conjugal…

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Investigação Empresarial

A fraude interna no Brasil é mais comum do que se imagina e muitas das vezes a vitima só se dá conta…

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DICAS

Quando são elas que enganam

a) Costumam se mostrar mais ariscas para esconder que estão apaixonadas e felizes. b) Em relação ao dinheiro, têm despesas excessivas e injustificadas. c) Mostram-se sorridentes sem causa aparente e relevam muitas atitudes masculinas que antes as irritavam. d) Fazem...

Sobre a infidelidade

A infidelidade – ou melhor, o fato de se descobrir uma infidelidade – nem sempre tem conseqüências tão públicas e notórias, como a de acabar com uma promissora carreira política por exemplo, mas, sempre é um terremoto psicológico e emocional, para o enganado e o...

Dicas

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A ética do detetive particular
O desempenho ético da função no estado democrático de direito

Atualmente, cada vez mais pessoas, procuram o serviço de um detetive particular. Na maioria dos casos são cônjuges com suspeita de traição, pais preocupados com o comportamento dos filhos, empresários que duvidam dos próprios funcionários, advogados no auxilio do próprio trabalho, entre outros.

As primeiras agências de investigações surgiram em caráter familiar e eram caracterizadas por uma forte ligação territorial. Desse modo, essas agências surgem no início do Século XX para oferecer um suporte operacional à tradicional figura do detetive particular, tendo em vista a crescente complexidade social e o desenvolvimento econômico e tecnológico.

Os requisitos fundamentais para o exercício da atividade de detetive particular em relação aos clientes e aos investigados são: Ética, Pontualidade, Precisão, Discrição, Educação e Seriedade. Devendo estes estar aliados simultaneamente a um espírito curioso-verificador, uma predisposição ao raciocínio analítico, meticuloso, submetido a procedimentos científicos, uma boa memória e uma grande paciência.

Pela natureza da relação contratual estabelecida e a garantia do sigilo, ao detetive particular contratado são fornecidas pelo cliente informações básicas sobre a pessoa que deve ser investigada como, endereço e características da residência, local de trabalho, lugares freqüentados, além de fotos e placas do(s) veículo (s), para averiguação de hábitos e pessoas que freqüenta. O detetive particular acompanha cada deslocamento da pessoa investigada e documenta cada comportamento suspeito por meio de fotos e/ou filmagens que, ao final, serão incorporados a um relatório final.

É sempre aconselhável contratar agências com ampla experiência na área de investigação, cuja equipe seja composta por detetives particulares profissionais, escolhidos pela competência e o desempenho ético de suas atividades. Ao escolher uma agência de investigação é necessário avaliar sempre o aspecto histórico, as metodologias operacionais e o suporte tecnológico. Neste sentido, também assume particular relevância o comportamento deontológico (ético) que o detetive particular deve ter em relação ao seu cliente:

• Ao ser contratado o detetive particular deve sempre informar ao cliente sobre as normas que regulam a atividade de investigação;
• O detetive particular, antes de aceitar um novo trabalho profissional, deve avaliar minuciosamente a existência de incompatibilidade com relação a outros serviços contratados em precedência. Em caso de conflitos de interesses entre vários clientes é obrigação do detetive particular renunciar a um dos trabalhos;
• O detetive particular deve renunciar ao trabalho quando este infringir, mesmo que abstratamente, o ordenamento jurídico vigente no País a ser executado o serviço. Ainda, quando poderá caracterizar-se como obstáculo ao normal desempenho das investigações dos órgãos de segurança pública;
• O detetive particular no âmbito do regime democrático e do estado de direito, deve desempenhar seu dever profissional com o máximo compromisso e seriedade, evitando sempre e em qualquer caso, cometer atos que possam limitar direitos fundamentais constitucionalmente protegidos;
• O detetive particular possui como fundamento de sua atividade e na relação de confiança estabelecida com o cliente, manter o sigilo absoluto sobre as informações obtidas no exercício da atividade investigativa;
• O detetive particular, em nenhuma hipótese, pode utilizar-se das informações obtidas por meio de seu oficio, para beneficio próprio ou de terceiro estranho à relação contratual;
• O detetive particular deve comportar-se com a máxima discrição e honestidade profissional, sobretudo, quando a natureza das informações obtidas é particularmente delicada;
• O detetive particular pode utilizar-se de todos os meios de comunicação lícitos para divulgação de sua atividade. Assim, poderá empreender a iniciativa mais oportuna e conveniente para difundir a própria atividade profissional, sendo vedada qualquer espécie de publicidade abusiva ou enganosa;
• O detetive particular não pode assumir um trabalho de investigação se tiver conhecimento que o potencial cliente já está sendo assistido profissionalmente por outra agência de investigação, salvo quando o cliente o libera de tal obrigação ou a outra agência demonstre expressamente de ter renunciado ao serviço outrora contratado.

Sigilo Profissional

Embora até mesmo alguns detetives desconheçam, estão sujeitos a guardar segredo sob risco de processo penal.

Veja abaixo alguns tópicos da legislação que regula o sigilo, segredo, ética e violação de algumas dessas leis. Portanto na hora de contratar, contrate quem possui conhecimento, reputação e respeito.

Art. 153. Divulgar alguém, sem justa causa, conteúdo de documento particular ou de correspondência confidencial, de que é destinado ou detentor, e cuja divulgação possa produzir dano a outrem: Pena – detenção de 1 (um) ano e 6 (seis) meses, ou multa (cod.Penal)

Parágrafo único: Somente se procede mediante representação vide artigo 2°, 6° e 8°, 3° do decreto lei nº 3.200 de 19 de Abril de 1941. Art. 154. Revelar alguém, sem justa causa, segredo de que tem ciência em razão de função, ministério, ofício ou profissão, cuja revelação possa produzir dano a outrem.

Pena – detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. Vide art. 406 do código de processo civil e 144 do código civil Art. 144.

Ninguém pode ser obrigado a depor de fatos, cujo respeito, por estado, profissão, deva guardar segredo. Vide constituição Federal de 1988. Art.5°, XIV. Vide código de processo civil, arts. 406, 347, II e 363, IV. Código de processo penal. Art.207.

Sobre o segredo profissional revelado sem justa causa. Código Penal, art.154.

Sobre o segredo: art.7°, XIX, da lei nº 8.906 de 4 de julho de 1994, que dispõe sobre o estatuto da advocacia e a ordem dos advogados do Brasil.

Sobre funcionários públicos de instituições financeiras. Vide código comercial. Art.56.

Sigilo das operações de instituições financeiras. Vide arts. 38 da lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, e 8° da lei nº 8.021, de 12 de abril de 1990.

Negativa de certidão ou informação pela autoridade publica. Vide art. 1°, 6° e 7°, da lei nº 5.250, de 9 de fevereiro de 1967 e lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, art 5° , nº 4.

Serviços especializados para: Justiça, advogados, Seguros, instituições financeiras, geralmente envolvendo fraudes de seguros, sinistros, defesas em processos civis e criminais e outros.

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